sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Semana Nacional do Trânsito

Dentro das diversas atividades contida na programação da COMSET    (Comissão Municipal de Segurança e educação para o Trânsito), para Semana Nacional do Transito; uma delas são blitz educativas envolvendo os parceiros da COMSET e a comunidade em geral com foco no tema proposto: " Cidade para as pessoas, proteção e prioridade para o pedestre".

        No dia 19 de setembro foi realizada a blitz na MG 353 no Bairro Grama em Juiz   de    Fora,   e     a AMOJF    (Associação dos Moto Clubes de Juiz de fora e Região) estava representado com integrantes do MC Os Aventureiros.
   

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Semana Nacional de Trânsito 2014

"Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito - 2011/2020: Cidade para as pessoas: Proteção e Prioridade ao Pedestre".
Prevista na lei 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Código de Trânsito Brasileiro, a Semana Nacional de Trânsito é comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro, com  finalidade de conscientizar a sociedade, internalizando valores que contribuam para a criação de um ambiente favorável ao alcance do compromisso de valorização da vida. Na abertura da solenidade Cláudia Ferreira, Presidente da COMSET - Comissão Municipal de Segurança e Educação para o Transito, passou panorama geral de todas atividades desenvolvidas e ainda apresentou a programação para Semana do Trânsito de 2014.

A Associação de Moto Clubes de Juiz de Fora e Região como parceira da COMSET, se fez representar na solenidade de abertura da Semana Nacional do Transito, realizada no dia 18 de setembro de 2014, no Centro cultural Bernardo Mascarenhas em Juiz de Fora. Na ocasião foram premiados pessoas e empresas que participaram das diversas atividades desenvolvidas pela COMSET. 



A solenidade contou com a presença de diversas autoridades civis e militares, dentre elas a presença do Prefeito Municipal Bruno Siqueira.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Desfile de Sete de Setembro em Juiz de Fora . Moto Clubes marcaram presença

Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal.


Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Por que os governos,  autoproclamados populares, moveram menos de uma palha para acender o sentimento de brasilidade do nosso povo?  Desprezaram tanto o assunto que respeitar os símbolos nacionais para muitos, hoje virou matéria de chacota.

 Sem o engajamento do povo, não há como pensar em nação independente. Quanto mais passa o tempo, mais são criados meios para deixarmos de amar a nossa terra-mãe. Esses meios são gestados no útero da indiferença e tenho receio que, num breve futuro, os filhos da “pátria amada idolatrada” fujam, e não lutem por ela. Mas ainda temos brasileiros que amam esta nação sofrida e massacrada pela corrupção, ainda sonham com um Brasil melhor. 
E na bela manhã do dia Sete de Setembro, os Moto Clubes da cidade da Associação dos Moto Clubes de Juiz de Fora e Região, marcaram sua presença nesta festa cívica, mostrando sua brasilidade, seu desejo de uma nação verdadeiramente livre daqueles que lhe querem o mal.


Após o desfile foi comemorado na Sede do Moto Clube Jaquetas Negras o primeiro ano de organização da AMOJF. Em um clima fraterno, de união  e emocionante.

Projeto CNH - COMSET

           A COMSET(Comissão Municipal de Segurança e Educação no Trânsito) tem como principal atribuição elaborar projetos de educação para o trânsito junto a sociedade. 
Vários projetos foram elaborados, dentre eles o Projeto CNH, que visa orientar os recém habilitados na categoria A, para a realidade do transito em nossa cidade.
São parceiros da COMSET : Polícia Militar, Bombeiros Militares, Polícia Civil, OAB, ASTRANSP vários outros órgãos públicos, empresas privadas e entidades religiosas preocupadas com a melhoria do trânsito em nossa cidade.
A Associação de Moto Clubes de Juiz de Fora e Região (AMOJF) é parceira da COMSET, onde esta parceria surtiu frutos como a realização do Encontro de Motociclistas de Juiz de Fora realizado no Parque de Exposições. 
No projeto CNH onde as palestras são realizadas na Sede da Delegacia de Policia Civil em Juiz de Fora. Os Moto Clubes se fazem representar através da AMOJF, onde integrantes dos Moto Clubes Associados são responsáveis em ministrar a palestra juntamente com integrantes dos demais parceiros da COMSET.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

PROJETO NINJA H2

A montadora japonesa Kawasaki promete para o Salão de Colônia (Intermot), na Alemanha, entre os dias 1 e 5 de outubro desse ano, um novo modelo Ninja, o H2. A empresa já lançou um teaser do projeto e promete outros. Acompanhe os teasers nos vídeos abaixo. O próximo está marcado para ser lançado no dia 5 desse mês.
A própria Kawasaki afirma que o H2 “encarna o espírito de três modelos do passado, o Mach IV H2, o H1 três cilindros e a Z1 Super Four”. Provavelmente, então, o novo modelo deva ser uma moderna reinterpretação da antiga escola de abordagem de motocicletas esportivas da marca.
Há especulações de que a montadora retorne com uma esportiva de dois tempos. Considerando-se as tendências atuais do mercado, no entanto, um motor moderno de alta potência seria mais apropriado. Ainda não se sabe se será uma moto conceito ou de produção quando apresentado na Alemanha.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

BMW R 1200 GS Adventure x Triumph Explorer XC

A grande vantagem das motocicletas bigtrail, além, é claro, de proporcionar conforto e segurança em longas viagens, é o fato do condutor não precisar escolher os caminhos que quer tomar durante sua aventura. Basta decidir para qual direção ir, ajustar os devidos equipamentos eletrônicos (como controle de tração e ABS, por exemplo) e acelerar, sem se preocupar com a qualidade da rodovia e/ou trajetos em terrenos acidentados. 
Disputando o mesmo público-alvo, alemã e britânica utilizam de diferentes artifícios para conquistar o cliente. Enquanto a BMW usa e abusa dos eletrônicos e tem preço público sugerido de R$ 87.900, a Triumph disponibiliza “apenas” controle de tração e freios ABS, mas pode ser encontrada por R$ 63.500. No entanto, percebendo o crescimento de sua concorrente, a montadora bávara anunciou recentemente que irá montar o modelo R 1200 GS Adventure (e sua versão standard) na planta da Dafra em Manaus (AM) a partir de setembro de 2014, o que fará o preço “despencar” R$ 9.000, passando a custar, então, R$ 78.900.
Nas grandes auto-estradas, ambas são irrepreensíveis, mas com comportamentos distintos. De um lado, o propulsor de dois cilindros opostos, 1.170 cm³ de capacidade e arrefecimento líquido da R1200 GS.
De outro lado, o motor de três cilindros em linha de 1.215 cm³ de capacidade e arrefecimento líquido da Triumph, que produz 137 cavalos de potência máxima a 9.300 rpm e torque máximo de 12,34 kgf.m já a 6.400 rpm. Por ser um “meio termo” entre os bicilíndricos e os tetra cilíndricos, esse propulsor tem ótima resposta em todas as faixas de potência.
Ambas são equipadas com transmissão final por eixo-cardã, que é quase livre de manutenções, e câmbio de seis velocidades. Comparando o desempenho de uma com a outra, nas auto-estradas a Triumph leva certa vantagem. Mostra mais vigor em altas rotações e um funcionamento mais suave, com menos vibração. No entanto, a proteção aerodinâmica e o conforto são melhores na Adventure. O piloto fica protegido pelo para-brisa, que conta com regulagens manuais de altura. A Triumph também oferece para-brisa com regulagens, no entanto, pilotos com mais de 1,82 metros de altura, o vento é direcionado diretamente para o topo do capacete mesmo no ajuste mais alto, gerando certa turbulência na cabeça.
Por ser robusta, com peso de 260 kg em ordem de marcha (parecendo quase um veículo militar), a BMW perde um pouco de agilidade nas mudanças rápidas de direção. Não que seja ruim no asfalto, mas, nesse ponto, é a Triumph que se sobressai. Veloz e estável, a bigtrail inglesa pode até mesmo ser classificada numa nova categoria, que chamaríamos de “sport-trail”, tamanha facilidade que encontra para contornar as curvas. Tem um motor potente, ótima ciclística, freios e suspensões eficientes. Deitá-la na curva é tarefa fácil e gostosa e a moto parece não ter limites de ângulo de inclinação.
Na terra
A BMW R 1200 GS Adventure traz para-lama superior com prolongador, aletas laterais maiores, cercados pelas barras de proteção metálicas que chegam até o motor. O modelo conta ainda com faróis de milha, protetor de cárter e protetores de mão, tudo para garantir maior segurança e conforto, tanto na terra quanto no asfalto. Além, é claro, do conjunto de suspensão. Na traseira, o Paralever agora está com 220 mm de curso, enquanto o Telelever dianteiro teve seu curso aumentado para 210 mm. Ou seja, a Adventure ficou mais alta para poder encarar a terra sem medo.
Na Triumph, a diferença para o modelo “comum” começa já nas rodas raiadas, que oferecerem mais resistência a pancadas. Além disso, os raios centrais permitem o uso de pneus sem câmara (como na BMW), que são mais fáceis de reparar em caso de furo. Há ainda protetores de mão, barras de proteção do motor e tanque e um protetor de cárter de alumínio. Assim como sua rival, a Explorer XC conta com dois faróis auxiliares que ajudam a iluminar o caminho.
Para transpor os obstáculos com mais facilidade, ambas contam com rodas de aro 19 polegadas na dianteira, e 17'', na traseira, ambas equipadas com pneus de uso misto de fábrica.
Eletrônica.
A diferença de preço entre a BMW R 1200 GS Adventure e a Triumph Explorer XC pode ser explicada, em partes, pela eletrônica embarcada. Nesse ponto, como o valor final do produto já indica, a BMW leva vantagem. Além de ter sistema de freios ABS desligável, a Adventure sai de fábrica com controle de tração (ASC) e cinco modos de pilotagem: Rain (piso molhado), Road (asfalto), Dynamic (dinâmico), Enduro (off-road) e Enduro Pro (recomendável para uso com pneus cravados). Outro equipamento importante é a suspensão semi-ativa Dynamic ESA (Electronic Suspension Adjustment), que ajusta automaticamente a suspensão traseira de acordo com o piso. 
Já a Triumph é um pouco mais simplista e conta apenas com controle de tração ajustável em dois níveis com a opção de ser desativado, assim como os freios ABS. Tudo em conjunto com acelerador ride-by-wire. Alguns itens, como o aquecedor de manopla, estão disponíveis como opcionais.
Conclusão
A escolha entre as duas é muito pessoal e pesa também o bolso. Ambas cumprem o que prometem, são muito eficientes, tanto na terra quanto no asfalto. No entanto, cada uma se sobressai em um desses ambientes. Triumph gosta um pouco mais do asfalto, principalmente pela configuração de seu motor e sua postura de pilotagem. A BMW tem maior capacidade off-road, mas fica um pouco para trás nas rodovias. Por outro lado, seu tanque de combustível de maior capacidade (30 litros contra os 20 litros da britânica) aumenta sua autonomia.
Fonte: Moto.com

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Honda CBR 600RR

Esportivas de 600cc são voltadas aos motociclistas que buscam esportividade para acelerar em uma pista, mas também querem algum conforto para rodar “civilizadamente” em estradas. Desde que surgiu em 2007, a Honda CBR 600RR buscou cumprir essas propostas. O modelo 2014, que desembarcou recentemente no Brasil, dois anos após seu lançamento no exterior, promete ser ainda mais amigável no uso em estrada e mais eficaz em um autódromo.
Renovada, a CBR 600RR 2014 ganhou uma carenagem mais aerodinâmica, inspirada na MotoGP, com nova entrada de indução direta de ar; garfo dianteiro mais moderno do tipo Big-Piston Fork da marca Showa e melhorias na alimentação do seu motor. Importado, o modelo japonês tem preço sugerido de R$ 49.500 na versão standard, aqui avaliada. A versão com os bons freios C-ABS eletrônicos já está disponível por R$ 52.500.
A Honda tentou tornar a 600RR uma esportiva boa para as ruas e estradas. A começar pelo comportamento do motor: há bastante força em baixos e médios regimes, mesmo que o torque máximo de 6,73 kgf.m só chegue a 11.250 rpm. A CBR 600RR tem acelerações vigorosas: faz de 0 a 100 km/h em 3,99 segundos. Agora quanto à potência, que não foi alterada, só resta dizer que os 120 cv são mais que suficientes para manter velocidades bem acima do permitido.
Fonte moto.com